quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Férias e Boas Festas!!!

A Prosa a partir de hoje entra em recesso até janeiro. Foi um semestre de várias experiências e projetos incríveis. Esperamos que o semestre que vem venha recheado de projetos bacanas que continuem mostrando que o trabalho vem sendo feito com muito trabalho e dedicação. Estamos preparando diversas novidades para todos! Um agradecimento especial à nossa querida coordenadora Janaina Maquiaveli (que deve tá ralando e passando um frio danado no doutorado em New York; que glamour!), a Fabiano e Gabi Souza que nos deixam para seguir com uma carreira que vai ser promissora e cheia de sucessos e conquistas. Vocês merecem tudo de bom. Também a Marcelo Freitas pela amizade e ajuda nas horas mais difíceis. E meu agradecimento pessoal a Marcelo Costa e Gustavo Carvalho pela grande amizade e aprendizado que tivemos juntos. Sem vocês essa passagem pela Prosa não teria a menor graça!!!

E a todos que nos acompanham


Um Feliz Natal e um próspero Ano Novo cheio de conquistas e bons frutos!!!


Até o ano que vem


Raphael Queiroz xD

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Os Flinstones à portuguesa


Em plena Serra de Fafe, encontra-se uma casa que anda a despertar a curiosidade dos internautas de todo o mundo pela sua originalidade. Construída entre quatro rochas gigantes, a Casa do Penedo é mais do que uma residência rural perdida no interior de um pequeno país na orla ocidental da Europa que começou a ser construída na Primavera de 1972, quando a família Rodrigues quis realizar o seu sonho. Dois anos depois a residência estava feita.
Não se trata de uma instalação ou de um hotel temático, uma vez que é utilizada pela família como local de férias. Porém, ultimamente tem atraído a atenção dos fãs de arquitectura e design de todo o mundo. Blogues e fóruns, na sua maioria não portugueses, têm divulgado as fotos desta casa. Em Outubro passado um canal da televisão portuguesa dedicou-lhe uma reportagem.

À primeira vista a casa nem parece real... parece mais uma habitação dos Flinstones, rsrsrsrs mas está perfeitamente integrada na paisagem natural. Por fora é toda feita de pedra, salvo as janelas tortas e o telhado. Por dentro, a mobília, as escadas e os corrimões feitos de troncos completam o aspecto rústico. Os vidros são à prova de bala, a porta é de aço e o sofá pesa 350 quilos, pois é feito em betão e madeira de eucalipto. Nos últimos meses, tornou-se comum os habitantes da região verem desfilar os turistas que procuram a Casa de Pedra. O proprietário, Vítor Rodrigues, já não habita a casa que aos domingos é visitada por dezenas de pessoas. Apesar do interesse que desperta pelo mundo fora, atos de vandalismo colocam em causa a sua conservação.

Fala sério heim gente, morar em uma casa assim deve ser bacana d+, igual brincar de casinha (nessa parte so as meninas vão me entender).

Abração galera!

Bom final de semana...

. . .

Gabriela Oliveira

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

"Escrever no céu"

Kusho é uma palavra japonesa que significa literalmente "escrever no céu". Melhor: enquanto que ku quer dizer céu, a palavra sho designa tanto caligrafia, como escrita e manuscrito. O significado final da palavra fica a cargo da interpretação de cada leitor. No entanto, kusho é também o nome da nova série de fotografias do japonês Shinini Maruyama a que o autor atribui uma forte carga filosófica.


Sendo um fotógrafo multifacetado, Maruyama já trabalhou em diversos campos, tendo-se dedicado à captura de paisagens pitorescas do mundo japonês no início da carreira. Trabalhou em publicidade na Hakuhodo Photo Creative e mais tarde publicou dois livros que reportavam a vida quotidiana tibetana e a sua cultura. Há cinco anos interessou-se pelas técnicas e características formais da Fotografia. É neste quadro que surge a coleção "Kusho".


À primeira vista as fotografias deste trabalho podem parecer sem sentido ou com pouca criatividade. Contudo as 23 imagens das séries Kusho têm subjacente um forte conceito que o autor explica. Representando a interação entre tinta preta e água em superfícies brancas ou no ar, Maruyama capta imagens irrepetíveis: os milésimos de segundo exatos antes dos dois líquidos se fundirem em cinzento, que permitem ver em detalhe os processos físicos e químicos invisíveis a olho nu. O timing perfeito na captura das imagens é conseguido através de avanços recentes na tecnologia da luz estroboscópica: há fotografias que têm uma velocidade de obturação de 1/20 000 de segundo. Nas palavras do autor, mais que um espelho com memória este meio pode ser uma experiência conceitual, abstrata e espiritual.

Conheça mais sobre o trabalho de Maruyama .
Abraços,
Gabriela Oliveira

Mosaicos de cubos de Rubik


Usando um brinquedo dos anos 80, um grupo de designers criou uma nova forma de produzir arte, utilizando os lados dos cubos Rubik para criar figuras. O resultado é uma coleção de imagens icónicas de cultura pop , que vão desde as reproduções de Warhol a Leonardo Da Vinci. A construção d'A Última Ceia entrou no Guiness como o maior na sua categoria, levando 4050 cubos e medindo 2,60 por 5,20 metros.
O projeto Cube Works é promovido pelo canadiano Josh Chalom, de Toronto. As peças já são comercializadas e cada uma vem com um kit de instalação e um manual de instruções para serem facilmente montadas por qualquer um. Por exemplo o Clint Eastwood feito de Rubik é feito a partir de 650 cubos e levou duas semanas a ser montado.
As imagens são obtidas através de computorização, onde se obtém um número quase infinito de cores. Os artistas gráficos têm então de trabalhar nessa imagem pixelizada, reduzindo-a às seis cores do cubo de Rubik e produzindo uma imagem que faça sentido. O processo demora algum tempo, já que o original tem de ser dividido em pequenos quadrados, iguais aos do cubo. Como qualquer técnica que utiliza pixeis, os mosaicos funcionam melhor vistos ao longe. Experimentem franzir os olhos.

A Cube Works começou como uma experiência mas tornou-se um autêntico negócio quando começaram a chegar pedidos com imagens específicas de vários cantos do mundo.

Abraço,

Gabriela Oliveira

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Filmes da Semana

500 dias com ela



Quando Tom, azarado escritor de cartões comemorativos e romântico sem esperanças, fica sem rumo depois de levar um fora da namorada Summer, ele volta a vários momentos dos 500 dias que passaram juntos para tentar entender o que deu errado. Suas reflexões acabam levando-o a redescobrir suas verdadeiras paixões na vida.


Atividade Paranormal

Casal é perseguido por um espírito demoníaco dentro de sua própria casa. Dispostos a desvendar o mistério, eles instalam câmeras por toda a casa, com as quais captam as estranhas atividades paranormais que acontecem.

Raphael Queiroz xD

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Exposição: Imagens Violadas


Está em exposição nos corredores da Faculdade uma mostra de colagem experimental. O trabalho foi realizado em uma oficina para alunos do curso de Comunicação Social e contou com a participação dos designers Amanada Coimbra e Maurílio Maia que organizaram o projeto tendo como conceito a representação de sentimentos abstratos. O mesmo foi organizado pela Professora Tailze Melo e Janaína Maquiaveli.



Venham prestigiar a exposição imagens violadas e leve seu fragmento!


Prosa Comunicação Integrada

Fotógrafo com fome de imagens


Esse é um post que dá aguá na boca, pelo menos a minha reagiu assim... A natureza dos alimentos no olhar do fotógrafo londrino Carl Warner vai um pouco além da fotografia tradicional. Para lá de belas fotos de pessoas e até animais, o que mais chama atenção é a sua incrível invenção envolvendo alimentos.
Sim, com muita criatividade e bastante técnica, a série "Foodscapes", um jogo de palavras que resume bem este trabalho, é uma saborosa sequência de paisagens usando alimentos. Os verdureiros e vizinhos já sabem que a escolha de alimentos é criteriosa e ele perde horas entre rabanetes, brócolis e outros. Para conseguir os efeitos desejados, a produção é realizada em etapas, para evitar que nada murche antes do fim da fotografia. Delicie-se com as imagens, mas se der fome de verdade como uma fruta. kk

Que tal este cena de pôr-do-sol, onde o mar é feito de fatias de salmão por onde navega calmamente um barquinho feito com a vagem de ervilhas? Para completar, pães e batatas criam rochas perfeitas.


E por aí vai. Em cada cena pode-se perder horas, reparando em detalhes fantásticos, imaginados por um fotógrafo com fome de imagens.
Abraços!
Gabriela Oliveira